Seu filho chega chorando da escola, e então ele conta que os amigos brigaram com ele e isso o chateou. Aí você pergunta :"E a professora? O que fez?", e ele responde:"Nada!".
Primeiro sentimento : vou na escola e pegar aquela professora pelo pescoço.
Segundo sentimento : calma, preciso ensiná -lo a enfrentar isso sozinho.
Quando devemos nos intrometer nos assuntos de nossos filhos e quando devemos deixa -los resolver sozinhos? É tão difícil!
O instinto materno nos faz sair como leoas para defender nossa prole, mas será que isso é bom? Se os protegermos sempre, como irão aprender a se defender sozinhos?
E quando se trata de escola? Quando devemos ir até lá para "conversar "? E quando devemos resolver as coisas em casa mesmo?
Bom, meu filho mais velho me ensina muito -isso por que ele tem apenas oito anos-, e anda tendo problemas na escola. Quando questionei a atitude da professora e da escola, ele mesmo me disse :"Mãe, eu sei me defender! ". Fofo, né?! Mas ainda assim desesperador pra mim.
Observando tudo de uma maneira geral, reparei que muitos dos problemas que andam surgindo, é por conta de pais que tiram as responsabilidades dos atos de seus filhos. "Meu filho fez isso, por que o outro provocou ", ou "Meu filho faz isso por que o seu ensina essas coisas erradas a ele". O mesmo acontece com a escola, jogamos toda a responsabilidade nela, sendo que a base tem que ser feita em casa. De que adianta a professora intervir em um briga,ensinar o correto, dar bronca, se quando chegar em casa, a mãe irá contra ela??
Ando assustada com a falta de educação de algumas crianças, mas me choca mais a falta disso em alguns pais.
A verdade é que devemos parar e pensar antes de sair batendo no peito e defendendo nossa prole. Temos que defender sim, mas as vezes a melhor defesa é o silêncio. E nossos filhos merecem estar preparados para o futuro. Merecem saber enfrentar uma pessoa falsa no seu caminho, ou um amigo mais agressivo.
Quero deixar bem claro que confio demais em instinto materno, e acho que as vezes sentimos que devemos intervir. Não devemos ir contra essas sensações. E também temos que respeitar a fase de cada idade, uma criança de três anos provavelmente precisará de ajuda externa para se resolver. Equilíbrio e coerência nunca é demais.
O mundo está evoluindo muito rápido, e me parece que alguns conceitos de certo e errado andam se perdendo aí no meio, eu só tento manter a serenidade, e tento mais ainda ensinar meus filhos a agregar valores.
Tento não ir mais à escola para conversar, no momento, as conversas estão sendo em casa mesmo.
Se estou certa? Não sei. Mas estou fazendo o meu melhor, e ainda acredito muito no futuro deles. Sei que ainda há um jeito de tudo melhorar.
Até mais.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Mãe careta? Eu?
Não sei dizer quando passei a ser uma mãe careta.
Lembro quando não tinha filhos e eu era a tia mais amada pelas crianças. As mães arrumavam os cabelos de seus filhos de ladinho, lambido, e eu - sendo a tia descolada - desarrumava e os deixava com cara de modernos.
Sempre fui a que ajudava a convencer os pais a deixar os filhos saírem para a primeira balada. Apoiava no primeiro beijo e ajudava a aprontar com as ex namoradas.
Mas de repente, não sei em qual momento da maternidade, me perdi disso.
Me vejo penteando os cabelos dos meus filhos de lado,e quanto mais lambido, mais eu gosto. Fico pensando em como o mundo está perigoso, e que talvez meus filhos descubram o que é uma balada depois dos dezoito anos.
Primeiro beijo? Analisei friamente, e cheguei a conclusão de que isso poderá ser adiado até os dezenove anos.
Deixando esses assuntos de adulto de lado, e observando o atual momento, não consigo pensar nas loucuras que eu fazia quando criança sem surtar se os meus filhos me imitarem.
O que aconteceu comigo?
Tenho minhas suspeitas. Desconfio que tenha começado logo depois do nascimento dos meus filhos, no momento em que alguém os trouxe, todos sujos ainda, ao meu colo, e aqueles olhinhos pequeninos me fitaram de um jeito vulnerável e indefeso. Senti que eles pediam em silêncio por ajuda, eles pareciam precisar que alguém os direcionassem, protegessem e os amassem.
Me senti pressionada. E acho -só acho- que foi isso que me fez ficar assim. Um pouco neurótica e até psicopata.
Quero ensiná -los a serem educados e a sentar na mesa sem os cotovelos apoiados no tampo. Que andem no shopping e só corram em parques ou pistas de atletismo. E por que não colocar capacete ao correr? Vou pensar no assunto.
A verdade é que mesmo sendo assim, tão careta, fico orgulhoso quando os vejo fazendo suas descobertas sozinhos. Fico preocupada e hesito antes de ir lá e colocar a rede de proteção ao redor deles, mas me encho de orgulho.
Enquanto escrevo, penso que talvez ser mãe careta não seja de todo mal. Mesmo por que, ao perguntar para as crianças se me acham caretona, eles disseram :"O que é isso?". Se eles não sabem o que é, eu talvez não seja tão careta assim.
Para equilibrar -e finalizar - danço todos os dias com eles. Uma mãe que dança só pode ser legal. Eles dão risada e não me deixam parar, então é legal sim.
Vou me policiar, ser mais descolada e menos psicótica. Quem sabe poderei ir na primeira balada com eles.
Até mais.
Lembro quando não tinha filhos e eu era a tia mais amada pelas crianças. As mães arrumavam os cabelos de seus filhos de ladinho, lambido, e eu - sendo a tia descolada - desarrumava e os deixava com cara de modernos.
Sempre fui a que ajudava a convencer os pais a deixar os filhos saírem para a primeira balada. Apoiava no primeiro beijo e ajudava a aprontar com as ex namoradas.
Mas de repente, não sei em qual momento da maternidade, me perdi disso.
Me vejo penteando os cabelos dos meus filhos de lado,e quanto mais lambido, mais eu gosto. Fico pensando em como o mundo está perigoso, e que talvez meus filhos descubram o que é uma balada depois dos dezoito anos.
Primeiro beijo? Analisei friamente, e cheguei a conclusão de que isso poderá ser adiado até os dezenove anos.
Deixando esses assuntos de adulto de lado, e observando o atual momento, não consigo pensar nas loucuras que eu fazia quando criança sem surtar se os meus filhos me imitarem.
O que aconteceu comigo?
Tenho minhas suspeitas. Desconfio que tenha começado logo depois do nascimento dos meus filhos, no momento em que alguém os trouxe, todos sujos ainda, ao meu colo, e aqueles olhinhos pequeninos me fitaram de um jeito vulnerável e indefeso. Senti que eles pediam em silêncio por ajuda, eles pareciam precisar que alguém os direcionassem, protegessem e os amassem.
Me senti pressionada. E acho -só acho- que foi isso que me fez ficar assim. Um pouco neurótica e até psicopata.
Quero ensiná -los a serem educados e a sentar na mesa sem os cotovelos apoiados no tampo. Que andem no shopping e só corram em parques ou pistas de atletismo. E por que não colocar capacete ao correr? Vou pensar no assunto.
A verdade é que mesmo sendo assim, tão careta, fico orgulhoso quando os vejo fazendo suas descobertas sozinhos. Fico preocupada e hesito antes de ir lá e colocar a rede de proteção ao redor deles, mas me encho de orgulho.
Enquanto escrevo, penso que talvez ser mãe careta não seja de todo mal. Mesmo por que, ao perguntar para as crianças se me acham caretona, eles disseram :"O que é isso?". Se eles não sabem o que é, eu talvez não seja tão careta assim.
Para equilibrar -e finalizar - danço todos os dias com eles. Uma mãe que dança só pode ser legal. Eles dão risada e não me deixam parar, então é legal sim.
Vou me policiar, ser mais descolada e menos psicótica. Quem sabe poderei ir na primeira balada com eles.
Até mais.
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Sou uma péssima mãe.
Estou aqui para pedir desculpas. Tenho sido uma péssima mãe.
Isso mesmo. Péssima.
Ando deixando meu filho mais velho tomar banho sozinho - aliás, confesso, isso já acontece a um bom tempo -, escolher suas roupas e até a me ajudar nas tarefas da casa. Ele passa aspirador uma vez por semana no seu quarto e varre uma parte do quintal. Tem a obrigação de ajudar a arrumar a mesa do almoço, tirar seu prato quando acaba de comer, e espera todos acabarem a refeição para comer a sobremesa. Ele arruma sua cama sozinho e guarda o seu pijama. Suas tarefas da escola, faz com horário predeterminado e sua rotina foi ele quem escolheu.
Quanto à minha filha, a mais nova, também ando bem relapsa. Ela tem que arrumar seus brinquedos, guardar todas as roupas que tira do armário - e olha que não são poucas -, organiza seus sapatos e sua cama. Ela também passa aspirador uma vez por semana em seu quarto e rega as plantas do jardim. Tem que ajudar o irmão a arrumar a mesa do almoço, comer sozinha e tirar seu prato também. Ela já tem dever da escola, por isso, fez sua rotina junto com a família e agora tem seus horários predeterminados, assim como seu irmão.
Alimentação é outro quesito que conta pontos negativos para mim. Não compro salgadinhos, balas, pirulitos e afins para serem consumidos durante a semana. E nos fins de semana, só libero quando não há escapatória - como aniversários ou passeios. As frutas são consumidas a tomo momento e as vezes tenho que controlar o consumo.
Estou com o péssimo hábito de controlar os horários de vídeo game, tv e tablet. E não contente por ser assim tão rigorosa, ainda invento passeios em parques ou brincadeiras no quintal.
Em um momento de bondade e benevolência, entrei em um acordo com meu marido e resolvemos pagar uma semana para eles. Mas qualquer lapso na escola - esquecer o dever, apostila, ou fazer algo de errado - não penso duas vezes e desconto toda a minha maldade diminuindo R$0,50 no total.
Vocês devem estar me julgando agora mesmo. Pensando como consigo ser assim. A resposta é que não sei. Não sei por que me tornei esse tipo de mãe.
Às vezes olho para eles - cantando enquanto passam aspirador, fingindo que a vassoura é uma espada enquanto varrem o quintal, usando o regador como chuveiro para as plantas ou até mesmo fazendo mimos de surpresa na mesa arrumada do almoço - e penso que eu tenho que mudar. Tenho que fazer algo e melhorar isso dentro de mim. Tirar essa sensação de que faço tudo errado, já que quando dou uma bronca em meu filho no shopping, todos me olham torto e me criticam aos sussurros por eu repreendê-lo daquela forma.
Acho que perdi meu auto controle, e agora saio por ai educando e polindo meus filhos para que cresçam dando valor ao trabalho e saibam que cada atitude, por mais insignificante que pareça ser, se for feita com dedicação e amor, ela pode mudar o mundo.
Vou dizer aqui a verdade: eu digo não aos meus filhos. Vários nãos. Eles me olham talvez pensando em como posso ser tão má. Mas mesmo assim, mantenho minha palavra. Já me disseram que eu sou teimosa, e isso vem para provar que quem me disse isso tem razão. Teimo em dizer não à meus filhos, e por mais que eu tente mudar isso, acabo voltando à estaca zero.
Por isso termino meu pedido de desculpas dizendo apenas que eu tento, de verdade, mas minha personalidade forte e teimosia sempre vencem. A solução que achei para tudo isso foi assumir, assim em público, que: sim! Sou uma péssima mãe.
Até mais.
Isso mesmo. Péssima.
Ando deixando meu filho mais velho tomar banho sozinho - aliás, confesso, isso já acontece a um bom tempo -, escolher suas roupas e até a me ajudar nas tarefas da casa. Ele passa aspirador uma vez por semana no seu quarto e varre uma parte do quintal. Tem a obrigação de ajudar a arrumar a mesa do almoço, tirar seu prato quando acaba de comer, e espera todos acabarem a refeição para comer a sobremesa. Ele arruma sua cama sozinho e guarda o seu pijama. Suas tarefas da escola, faz com horário predeterminado e sua rotina foi ele quem escolheu.
Quanto à minha filha, a mais nova, também ando bem relapsa. Ela tem que arrumar seus brinquedos, guardar todas as roupas que tira do armário - e olha que não são poucas -, organiza seus sapatos e sua cama. Ela também passa aspirador uma vez por semana em seu quarto e rega as plantas do jardim. Tem que ajudar o irmão a arrumar a mesa do almoço, comer sozinha e tirar seu prato também. Ela já tem dever da escola, por isso, fez sua rotina junto com a família e agora tem seus horários predeterminados, assim como seu irmão.
Alimentação é outro quesito que conta pontos negativos para mim. Não compro salgadinhos, balas, pirulitos e afins para serem consumidos durante a semana. E nos fins de semana, só libero quando não há escapatória - como aniversários ou passeios. As frutas são consumidas a tomo momento e as vezes tenho que controlar o consumo.
Estou com o péssimo hábito de controlar os horários de vídeo game, tv e tablet. E não contente por ser assim tão rigorosa, ainda invento passeios em parques ou brincadeiras no quintal.
Em um momento de bondade e benevolência, entrei em um acordo com meu marido e resolvemos pagar uma semana para eles. Mas qualquer lapso na escola - esquecer o dever, apostila, ou fazer algo de errado - não penso duas vezes e desconto toda a minha maldade diminuindo R$0,50 no total.
Vocês devem estar me julgando agora mesmo. Pensando como consigo ser assim. A resposta é que não sei. Não sei por que me tornei esse tipo de mãe.
Às vezes olho para eles - cantando enquanto passam aspirador, fingindo que a vassoura é uma espada enquanto varrem o quintal, usando o regador como chuveiro para as plantas ou até mesmo fazendo mimos de surpresa na mesa arrumada do almoço - e penso que eu tenho que mudar. Tenho que fazer algo e melhorar isso dentro de mim. Tirar essa sensação de que faço tudo errado, já que quando dou uma bronca em meu filho no shopping, todos me olham torto e me criticam aos sussurros por eu repreendê-lo daquela forma.
Acho que perdi meu auto controle, e agora saio por ai educando e polindo meus filhos para que cresçam dando valor ao trabalho e saibam que cada atitude, por mais insignificante que pareça ser, se for feita com dedicação e amor, ela pode mudar o mundo.
Vou dizer aqui a verdade: eu digo não aos meus filhos. Vários nãos. Eles me olham talvez pensando em como posso ser tão má. Mas mesmo assim, mantenho minha palavra. Já me disseram que eu sou teimosa, e isso vem para provar que quem me disse isso tem razão. Teimo em dizer não à meus filhos, e por mais que eu tente mudar isso, acabo voltando à estaca zero.
Por isso termino meu pedido de desculpas dizendo apenas que eu tento, de verdade, mas minha personalidade forte e teimosia sempre vencem. A solução que achei para tudo isso foi assumir, assim em público, que: sim! Sou uma péssima mãe.
Até mais.
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Lanchinhos saudáveis da NutriNaty.
Aulas voltando, rotina se modificando novamente. No meio de tantas adaptações, ainda temos que pensar no lanchinho da escola: tem que ser saudável, tem que sustentar e a criança tem que gostar.
A escola dos meus pequenos super incentivam o lanche saudável, liberando a "porcaria" só na sexta, mas até sexta feira, eu fico aqui martelando no que fazer. Não quero mandar muita coisa industrializada e às vezes mal da tempo de pensar no que fazer. O segredo é deixar tudo meio no esquema. No dia de mercado, já lava as frutas, congela os sucos feitos sem água e sem açúcar e deixa os patês e afins prontos. Um dia que passamos coladas no fogão, mas depois vai valer a pena.
Não contente com minhas peripécias para os lanches, gritei para a minha NutriGata Natália Simão, que sempre me socorre com dicas mega legais e práticas. Saca só as receitcheenhas e dicas que ela passou.
A escola dos meus pequenos super incentivam o lanche saudável, liberando a "porcaria" só na sexta, mas até sexta feira, eu fico aqui martelando no que fazer. Não quero mandar muita coisa industrializada e às vezes mal da tempo de pensar no que fazer. O segredo é deixar tudo meio no esquema. No dia de mercado, já lava as frutas, congela os sucos feitos sem água e sem açúcar e deixa os patês e afins prontos. Um dia que passamos coladas no fogão, mas depois vai valer a pena.
Não contente com minhas peripécias para os lanches, gritei para a minha NutriGata Natália Simão, que sempre me socorre com dicas mega legais e práticas. Saca só as receitcheenhas e dicas que ela passou.
É importante encarar o lanche na escola como
uma refeição intermediária, ou seja, para as crianças que estudam no horário
matutino ele completa o café da manhã, e para as que estudam no vespertino ele
assume o papel de café da tarde. Por ser um complemento não é necessário que o
lanche seja volumoso. O detalhe mais importante é buscar opções saudáveis que
contribuam para a saúde e afaste a sonolência e o cansaço, melhorando o
rendimento escolar.
Dica: usar faca de cerâmica para cortar as
frutas que oxidam, como maçã e pera!
Patê de
cenoura
2 cenouras grandes raladas
½ colher
(café) de sal
Suco de ½
limão grande
1 dente
de alho
2 colheres (chá) de azeite de oliva extra
virgem
¼ xícara
(chá) de água
Ervas finas a gosto (salsinha, cebolinha,
orégano, etc.)
Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador
até triturar bem a cenoura. Use o modo pulsar e ajude a mexer com uma colher,
se necessário, pois demora um pouco para dar o ponto.
Sanduiche
amarelinho
2 ovos cozidos, picados bem finos
2 colheres de sopa de cenoura ralada
1/4 de colher (chá) de sal
1 colher de chá de maionese light
1 pão francês integral
Modo de Preparo
Misture bem todos os ingredientes.Coloque nos pães e sirva.
“Fanta
natural”
1 ½
litro de água
2 cenouras grandes
1limão cravo
Modo de fazer
Bater os ingredientes e coar. Colocar novamente
o suco no liquidificador e acrescentar 1
limão cravo (capeta,
rosa ou galego) com casca ou 1 laranja com casca e sem sementes.
Exemplos de lanches saudáveis
- Salada de frutas e iogurte natural
- Pão de queijo médio, pêra e suco de uva integral diluído
- Sanduíche de queijo branco com tomate e cenoura e
iogurte de frutas
- Fatia de bolo de chocolate (sem cobertura), água e uma
maça
- Uma goiaba, duas fatias de pão de milho, 1 fatia de
queijo e suco de limão
- Bolo de fubá simples, água de coco natural e uma maçã
pequena
- Biscoito tipo cookie de aveia (se não conseguir fazer em
casa, já existem várias marcas que oferecem esse tipo de biscoito com boa
qualidade), suco de manga natural
- Biscoito de polvilho (verificar se não tem gordura
vegetal hidrogenada na composição, se tiver opte por outra marca que não
tenha), melancia picadinha, água, queijo branco picadinho
- Sanduichinho de pão integral com mussarela de búfala,
tomate em cubinhos e orégano, uva cortadinha e sem semente e água
- Leite fermentado, muffim de coco caseiro e uma pera
Natália A. A. Simão
Nutricionista
Nutricionista
CRN-3 32368
Fonte:
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Coisas que faço sendo mãe -PARTE II
E o filho te chama gritando do outro lado da casa. Você vai até ele e diz em tom mais alto ainda e nariz com nariz nele:
_ESCUTA AQUI!!!!! NÃO PRECISA FICAR GRITANDO QUE EU NÃO SOU SURDA! OLHA A EDUCAÇÃO!
Ok. Parei de gritar, gente..
-------------------------------------------------------------
_Mãe! Quero bolacha! Agoraaaa!!!!!
_Você tem que aprender a esperar. Daqui a pouco eu pego.
Passado algumas horas depois do ensinamento....
_Filho, vai tomar banho!
_Ja vou, mãe!
_Não pedi "Ja Vou", pedi banho!! E agora!! Já!! Vaaaaaaiiiiiii.....
Ok. Mãe aprendendo a esperar.
-------------------------------------------------------------
_Mãe, não gosto de feijão. Não quero comer....
_Tem que comer, senão você fica doente, seu dente apodrece e vai ter que ir ao hospital tomar injeção.
Aí o filho olha em seu prato e não tem uma gota de caldo de feijão. Estranho.
-------------------------------------------------------------
_Filho, você tem ficado muito tempo no vídeo game. Vamos mudar isso e a partir de agora terá horários para isso.
_Ta bom, mãe. Quais vão ser oa meus horários?
.......
_Mãe?????
........
_Mãe???????!!!!!!!!!!
.........
_Mãe!!!!!! Larga o celular e fala comigo.....
Ok. Largando o celular agora mesmo.
Até mais.
_ESCUTA AQUI!!!!! NÃO PRECISA FICAR GRITANDO QUE EU NÃO SOU SURDA! OLHA A EDUCAÇÃO!
Ok. Parei de gritar, gente..
-------------------------------------------------------------
_Mãe! Quero bolacha! Agoraaaa!!!!!
_Você tem que aprender a esperar. Daqui a pouco eu pego.
Passado algumas horas depois do ensinamento....
_Filho, vai tomar banho!
_Ja vou, mãe!
_Não pedi "Ja Vou", pedi banho!! E agora!! Já!! Vaaaaaaiiiiiii.....
Ok. Mãe aprendendo a esperar.
-------------------------------------------------------------
_Mãe, não gosto de feijão. Não quero comer....
_Tem que comer, senão você fica doente, seu dente apodrece e vai ter que ir ao hospital tomar injeção.
Aí o filho olha em seu prato e não tem uma gota de caldo de feijão. Estranho.
-------------------------------------------------------------
_Filho, você tem ficado muito tempo no vídeo game. Vamos mudar isso e a partir de agora terá horários para isso.
_Ta bom, mãe. Quais vão ser oa meus horários?
.......
_Mãe?????
........
_Mãe???????!!!!!!!!!!
.........
_Mãe!!!!!! Larga o celular e fala comigo.....
Ok. Largando o celular agora mesmo.
Até mais.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Comer bem, que mal tem?
Sabemos como é difícil manter a alimentação em dia durante as férias. Veja por nós mesma: prometemos mil dietas e não cumprimos nenhuma.
Eu associo isso a falta de rotina, claro, mas nossos pequenos também merecem irndormirw um pouco mais tarde e acordar mais tarde ainda, não é mesmo?!
Foi pensando nisso que adotei algumas táticas para facilitar minha vida e ainda tentar manter pelo menos um pouco dos hábitos saudáveis. A maioria já até faço no meu dia a dia de aulas, mas dei muito mais valor para essas ideias agora em férias escolares.
Vejam ai:
— DEIXAR AS FRUTAS LAVADAS E PRONTAS PARA O CONSUMO: aqui em casa, meus filhos ja abrem a geladeira e escolhem suas frutas sozinhos. É livre para comer a qualquer horário.
—SALGADINHOS, BOLACHAS E AFINS FICAM DENTRO DE CAIXAS E FORA DO ALCANCE: quando digo fora do alcance, é fora do alcance visual. Não viu, não vai pedir. E quando acharmos legal liberar, temos total domínio para escolher a melhor hora.
—SUCO NATURAL CONGELADO EM FORMAS DE GELO: faço o suco (sem acrescentar água e açúcar) e coloco nas forminhas de gelo. Quando quiser tomar, é só descongelar as porções individuais e adoçar a gosto. Ah! E como ele vai derrerer sozinho, o suco fica mega fresquinho.
—DEIXAR GELATINA EM POTINHOS INDIVIDUAIS: faço vários sabores e deixo em potinhos plásticos com tampa, cada um pega a sua e se refresca. Aqui até a diet faz sucesso, mas é bom revezar, só diet para crianças não é legal.
—CEREAIS VARIADOS: uma porção de um cereal de chocolate, com um pouco de fruta, ou até com leite, vira sobremesa ou um lanchinho super gostoso no meio da tarde. Compro as vezes de três tipos diferentes. Outra vantagem: acaba rendendo bastante e economizamos.
Sempre lembrando que comer umas "porcarias" de vez em quando faz bem para a vida, humor e felicidade. Vida saudável é vida equilibrada!!!
E vocês?? Mais alguma dica legal???
Até mais!!
Eu associo isso a falta de rotina, claro, mas nossos pequenos também merecem irndormirw um pouco mais tarde e acordar mais tarde ainda, não é mesmo?!
Foi pensando nisso que adotei algumas táticas para facilitar minha vida e ainda tentar manter pelo menos um pouco dos hábitos saudáveis. A maioria já até faço no meu dia a dia de aulas, mas dei muito mais valor para essas ideias agora em férias escolares.
Vejam ai:
— DEIXAR AS FRUTAS LAVADAS E PRONTAS PARA O CONSUMO: aqui em casa, meus filhos ja abrem a geladeira e escolhem suas frutas sozinhos. É livre para comer a qualquer horário.
—SALGADINHOS, BOLACHAS E AFINS FICAM DENTRO DE CAIXAS E FORA DO ALCANCE: quando digo fora do alcance, é fora do alcance visual. Não viu, não vai pedir. E quando acharmos legal liberar, temos total domínio para escolher a melhor hora.
—SUCO NATURAL CONGELADO EM FORMAS DE GELO: faço o suco (sem acrescentar água e açúcar) e coloco nas forminhas de gelo. Quando quiser tomar, é só descongelar as porções individuais e adoçar a gosto. Ah! E como ele vai derrerer sozinho, o suco fica mega fresquinho.
—DEIXAR GELATINA EM POTINHOS INDIVIDUAIS: faço vários sabores e deixo em potinhos plásticos com tampa, cada um pega a sua e se refresca. Aqui até a diet faz sucesso, mas é bom revezar, só diet para crianças não é legal.
—CEREAIS VARIADOS: uma porção de um cereal de chocolate, com um pouco de fruta, ou até com leite, vira sobremesa ou um lanchinho super gostoso no meio da tarde. Compro as vezes de três tipos diferentes. Outra vantagem: acaba rendendo bastante e economizamos.
Sempre lembrando que comer umas "porcarias" de vez em quando faz bem para a vida, humor e felicidade. Vida saudável é vida equilibrada!!!
E vocês?? Mais alguma dica legal???
Até mais!!
sábado, 20 de dezembro de 2014
Férias: sim ou claro que sim?!!
Férias dos filhos: sem hora para acordar, nada de correria antes do almoço para sair no horário para a escola, brincar o dia todo, passear, amigos em casa, casa de amigos, parques, televisão à vontade, dormir tarde...
Uma delícia, não é? Quem aqui não se lembra da sensação delicinha que era o último dia de aula? Chegar da escola e já sair na rua brincar sem tirar o uniforme. Ir dormir depois das dez horas e ninguém te acordar na manhã seguinte. Seus amigos te ligando para se encontrarem para fazer nada juntos.
Quanta falta de preocupação, e quantas boas lembranças dessas épocas.
Férias para os pais: rotina que se perde, filhos não comem direito por que passam a acordar tarde e perdem o horário de tudo, correria para dar conta da casa, crianças, trabalho, comida e tudo que envolve bagunça durante um dia. Pensar em "algo novo" todo dia para que ninguém se canse da ociosidade, criar cardápios diferentes para que não fiquem enjoados da comida - nas férias acabam reparando mais no que comem -, procurar amigos aos montes para passar o dia na sua casa, fazer lanchinhos legais para toda a galera que veio brincar. Fazer mercado com filhos famintos, passear com crianças agitadas e cumprir todos os compromissos de adultos com os pequenos entediados.
Confesso que estava ansiosa pelas férias escolares, já não aguentava mais a rotina louca de almoço, deveres, provas, trabalhos. Mas havia esquecido o quanto temos que "rebolar" para arrumar programas legais e coisinhas para fazer nesses dias de nada para se fazer.
É engraçado como o contexto de férias mudou durante os anos. Na minha época, férias era rua o dia todo, amigos e mais amigos procurando o que fazer juntos. Nada de pais se telefonando - ou mandando WhatsApp - trocando ideias, abrindo as portas de suas casas e doando seu tempo para ajudar a revezar no cuidado dos pequenos. Nada disso. Antes a única preocupação que se tinha era fazer lanchinhos em momentos estratégicos - senão corria o risco de aparecer três bairros diferentes para comer um pãozinho na sua casa -, fazer almoço e jantar, e gritar do portão o nome de seu filho para que ele entrasse imediatamente.
Mas agora não temos mais esse privilégio. Somos nós, mães e pais, que temos que caçar programas diferentes, passeios e ainda pensar em alternativas baratas e até mesmo free, para dar conta de passar tantos dias com tantos compromissos. As discussões que nós tínhamos, quando criança, com os amigos sobre o que fazer e a difícil tarefa de achar algo que agradasse a todos, passou para nós, agora pais, e ficamos igual loucas trocando mensagens e telefonemas para contar e atualizar a todas a agenda do dia.
E ai de quem não fizer isso! Corre o grande risco de os filhos caírem na tentação da televisão e do nadismo em casa. E, não sei vocês, mas aqui, quando isso acontece - sim, acontece muito já que eu também tenho que dar conta da casa - a energia estagnada vira rapidamente brincadeiras eufóricas e que, quase em 100% das vezes, acabam em brigas, choro ou machucado.
No momento estou investindo em brincadeiras de quintal: pega-pega, esconde-esconde, elefantinho colorido, caça ao tesouro, etc., e explicando que nem sempre o dia tem que ser mega agitado, cheio de gente em casa ou com passeios super blaster. Até que estão compreendendo bem e, apesar das lamúrias e chororôs que acabam rolando, o dia acaba sendo bem gratificante. Percebo que eles estão aprendendo a conversar mais um com o outro, entrar em um acordo sem brigas muito importantes e descobrindo que ter irmão é ter um amigo 24 horas junto.
Se é fácil? De jeito nenhum. Mas é muito gratificante. Quatro dias dão errado, mas quando um dá certo, eu vejo que, de alguma forma, tudo vale a pena, algumas das sementinhas que plantei brotou. E isso, ahhh!, isso não tem preço para mim.
Bora curtir as férias, então!
Até mais.
Uma delícia, não é? Quem aqui não se lembra da sensação delicinha que era o último dia de aula? Chegar da escola e já sair na rua brincar sem tirar o uniforme. Ir dormir depois das dez horas e ninguém te acordar na manhã seguinte. Seus amigos te ligando para se encontrarem para fazer nada juntos.
Quanta falta de preocupação, e quantas boas lembranças dessas épocas.
Férias para os pais: rotina que se perde, filhos não comem direito por que passam a acordar tarde e perdem o horário de tudo, correria para dar conta da casa, crianças, trabalho, comida e tudo que envolve bagunça durante um dia. Pensar em "algo novo" todo dia para que ninguém se canse da ociosidade, criar cardápios diferentes para que não fiquem enjoados da comida - nas férias acabam reparando mais no que comem -, procurar amigos aos montes para passar o dia na sua casa, fazer lanchinhos legais para toda a galera que veio brincar. Fazer mercado com filhos famintos, passear com crianças agitadas e cumprir todos os compromissos de adultos com os pequenos entediados.
Confesso que estava ansiosa pelas férias escolares, já não aguentava mais a rotina louca de almoço, deveres, provas, trabalhos. Mas havia esquecido o quanto temos que "rebolar" para arrumar programas legais e coisinhas para fazer nesses dias de nada para se fazer.
É engraçado como o contexto de férias mudou durante os anos. Na minha época, férias era rua o dia todo, amigos e mais amigos procurando o que fazer juntos. Nada de pais se telefonando - ou mandando WhatsApp - trocando ideias, abrindo as portas de suas casas e doando seu tempo para ajudar a revezar no cuidado dos pequenos. Nada disso. Antes a única preocupação que se tinha era fazer lanchinhos em momentos estratégicos - senão corria o risco de aparecer três bairros diferentes para comer um pãozinho na sua casa -, fazer almoço e jantar, e gritar do portão o nome de seu filho para que ele entrasse imediatamente.
Mas agora não temos mais esse privilégio. Somos nós, mães e pais, que temos que caçar programas diferentes, passeios e ainda pensar em alternativas baratas e até mesmo free, para dar conta de passar tantos dias com tantos compromissos. As discussões que nós tínhamos, quando criança, com os amigos sobre o que fazer e a difícil tarefa de achar algo que agradasse a todos, passou para nós, agora pais, e ficamos igual loucas trocando mensagens e telefonemas para contar e atualizar a todas a agenda do dia.
E ai de quem não fizer isso! Corre o grande risco de os filhos caírem na tentação da televisão e do nadismo em casa. E, não sei vocês, mas aqui, quando isso acontece - sim, acontece muito já que eu também tenho que dar conta da casa - a energia estagnada vira rapidamente brincadeiras eufóricas e que, quase em 100% das vezes, acabam em brigas, choro ou machucado.
No momento estou investindo em brincadeiras de quintal: pega-pega, esconde-esconde, elefantinho colorido, caça ao tesouro, etc., e explicando que nem sempre o dia tem que ser mega agitado, cheio de gente em casa ou com passeios super blaster. Até que estão compreendendo bem e, apesar das lamúrias e chororôs que acabam rolando, o dia acaba sendo bem gratificante. Percebo que eles estão aprendendo a conversar mais um com o outro, entrar em um acordo sem brigas muito importantes e descobrindo que ter irmão é ter um amigo 24 horas junto.
Se é fácil? De jeito nenhum. Mas é muito gratificante. Quatro dias dão errado, mas quando um dá certo, eu vejo que, de alguma forma, tudo vale a pena, algumas das sementinhas que plantei brotou. E isso, ahhh!, isso não tem preço para mim.
Bora curtir as férias, então!
Até mais.
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