Coisas que sempre me imaginei fazendo ao ser mãe, mas que nunca fiz (ou nunca deram certo).
1 - Yoga para gestante e pós parto.
Bom, quem me conhece deve ter dificuldade em imaginar minha pessoa quieta, fazendo yoga. E quem conhece meus filhos, sabe que eles - mesmo recém nascidos - não iriam ter paciência para esse tipo de coisa. Acho lindo. Mas, a única vez que tentei fazer, com o Pedro ainda bebê, quase o derrubei de meu colo. Parei antes de qualquer outro acidente.
2 - Massagem no bebê.
A ideia é linda. O contato da mãe com a pele do bebê, estreita os vínculos e os mantém conectados. No meu caso, a massagem os deixava irritados, e muito melecados de creme. O que me restava era choro intenso e alergias na pele pelo excesso de oleosidade. Mas isso eu tentei durante meses.
3 - Musicas calmas.
Isso não é mais segredo. Aqui em casa o que acalma mesmo é o bom e velho rock and roll. Yééah.
4 - Dormir abraçadinha.
Não tem coisa mais gostosa do que dormir abraçada com nossos pequenos. Mas a alegria dura pouco quando você está cansada, e seu filho tem coceiras até debaixo da unha e dificuldades para pegar no sono. Piora ainda mais quando, depois de pegar no sono, ele se mexe tanto que te joga para fora de uma cama king size plus.
5 - Encontros de bebês.
Só é bom para as mães. Ponto. As crianças não interagem, só se estranham e brigam. A única hora que elas socializam e se solidarizam, é na hora que uma delas começa a chorar. Todas se unem.
Claro que estas são só as minhas experiências. E se eu as tentei, é porque eu vi (e tentei copiar) de alguém que faz e que dá certo. Mas, sinceramente, alguém consegue fazer isso? Me diga, por favor.
Voltei para o blog. Saudades de todas.
Até mais.
Bruna.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
De Mozart à Ramones, em uma mamada.
Esses dias a mamys Katia - mais conhecida como Fabiana -, veio me contar que, para acalmar a pequena Julia, colocou musicas calmas, instrumentais e algo do tipo. E então a pequenina dormiu tranquilamente. Aí lembrou de mim, pensando que eu devo deixar meus filhos tipo loucos por causa das musicas.
Não preciso dizer que, em alguns dias, ouvir a rádio rock (89fm) ou a discografia do Slipknot não é uma boa ideia. Costumo fazer isso quando saímos no quintal, e eu quero que eles gastem muita energia.
Mas eu tenho uma história engraçada em relação a isso.
Quando eu estava grávida do Pedrão, me disseram que era bom ouvir musica clássica, pois acalmava o bebê. Quem me viu grávida dele vai se lembrar que o menino me arrebentava de dentro para fora. Ele mexia noite e dia. Eu cheguei a enjoar de sentir aqueles mini chutes, sabe? Então, lá vou eu, colocar Mozart For Babies, e Shendra. Ouvi tanto, que só de ouvir passarinhos em minha volta me dava tremedeira. Mozart então, eu tinha vontade de jogar o CD pela janela. Até meu marido se irritou. E, é claro, Pedrão não parou de se mexer alucinadamente.
Então ele nasceu. De 36 semanas. Antes do previsto, pois certamente ele estava tentando parar aquele processo em que eu o submeti de ouvir musicas clássicas.
Pedrão recém nascido era um figurinha. Mamava desesperadamente, e tinha cólicas históricas. O que resultava em muito choro, claro.
Em um final de tarde, ele começou sua rotina de choros. Chorou. Chorou. Chorou. Chorou. Nada fazia ele parar. Minha vizinha veio "ajudar" dizendo que ele gritava tanto que poderia ser dor de ouvido - coisas que só acontecem comigo -, me deixando ainda mais desesperada. Depois de dar seu diagnóstico, ela saiu para fazer comprar no shopping me deixando ali com aquele ser de 58cm, com um choro-grito de dor-cólica-de-ouvido e que gritava mais que vocalista de Trash Metal.
Então abriu uma nuvenzinha em minha cabeça, lembrando da aula do curso de gestante: "As músicas - clássicas, claro - que ouviu na gestação, vão acalmar o bebê quando nascer. Ele vai se lembrar do quentinho seguro da barriga". Não pensei duas vezes. Taquei o Mozart lá. Nada. Chorou. Chorou. Chorou. Coloquei Shendra. Foi só ouvir os passarinhos e deu um grito mais agudo. Coloquei Antena 1. Chorou. Nova Brasil. Chorou.
Desisti. Coloquei Kiss Fm - para quem não conhece, só toca clássicos do Rock. Estava tocando Black Sabbath, Paranoid. Quem não conhece, dá uma olhadinha no You Tube. Paulera das antigas. Pedrão suspirou, olhou para mim, com aqueles olhinhos ainda brilhantes do choro recente, e como se me agradece, virou a cabecinha e.....DORMIU. Ele dormiu, minha gente! Ao som de guitarras nervosas e homens que comem morcegos cantando.
Nessa aprendi que, o problema não é a musica em si. Mas talvez, o que nos faça se acalmar. Pensando de uma maneira mais prática, talvez eu escutando a musica que eu gosto, me acalmei e passei isso para meu bebezinho. Mas eu, como boa rockeira que sou, prefiro acreditar que meu filho ja nasceu rockeiro. Nem Shendra tem o poder de mudar isso.
Yéééaaahhhh!!!!
Até mais.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Tirinhas.
Pedrinho, filho da minha amiga Raquel....esse só solta pérolas...rs...
Pedrinho: _ Mãe, coloca uma televisão aqui no seu quarto pra eu ver desenho!
Mamys: _ A televisão é muito grande, não cabe aqui no quarto!
Ai veio a resposta:
- Então coloca uma televisinha!!!!!
Pronto. Problema solucionado.
_______________________________________________________________________________
Mais uma do Pedrinho, filhote da Raquel:
A mãe pega o filho no flagra rabiscando sua bolsa. Depois de enfartar ela corre para ele:
_Pedro, por que tá rabiscando minha bolsa?
Então vem a resposta:
_Não estou rabiscando, mão, estou só escrevendo seu nome para você não perder.
Humpf!
_______________________________________________________________________________
Toda vez que a Lilica ia fazer xixi, ela acabava saindo do banheiro chorando por que eu não a deixava AMANGAR (????)
Tentei descobrir de todas as maneiras o que era isso.
Até que vamos em um dos cafés das mamys, e Alice entra com a mamys Karina no banheiro e sua filha. Mais uma vez ela implora:
_Tiaaaa, deixa eu amangar???
Só que dessa vez ela correu e AMANGOU primeiro.
Significado:
AMANGAR: puxar descarga.
Mais uma para o Aurélio.
_________________________________________________________________________________
Pedrão no shopping enquanto andava de mãos dadas comigo e lutava com algum monstro imaginário, acabou escorregando e caindo. E junto quase me levou, e acabou derrubando a água de uma senhora que passava e ele esbarrou.
Eu:_Ai, desculpe.
Senhora:_Que é isso, não tem problema. Crianças são assim mesmo, não param.
Pedro (bocudo):_O chão está escorregadinho, e eu puxei da minha mãe justo ser desastrado. Ela também cai e se segura em mim.
Precisava falar????????
Por hoje é só....
Até mais.
Pedrinho: _ Mãe, coloca uma televisão aqui no seu quarto pra eu ver desenho!
Mamys: _ A televisão é muito grande, não cabe aqui no quarto!
Ai veio a resposta:
- Então coloca uma televisinha!!!!!
Pronto. Problema solucionado.
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Mais uma do Pedrinho, filhote da Raquel:
A mãe pega o filho no flagra rabiscando sua bolsa. Depois de enfartar ela corre para ele:
_Pedro, por que tá rabiscando minha bolsa?
Então vem a resposta:
_Não estou rabiscando, mão, estou só escrevendo seu nome para você não perder.
Humpf!
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Toda vez que a Lilica ia fazer xixi, ela acabava saindo do banheiro chorando por que eu não a deixava AMANGAR (????)
Tentei descobrir de todas as maneiras o que era isso.
Até que vamos em um dos cafés das mamys, e Alice entra com a mamys Karina no banheiro e sua filha. Mais uma vez ela implora:
_Tiaaaa, deixa eu amangar???
Só que dessa vez ela correu e AMANGOU primeiro.
Significado:
AMANGAR: puxar descarga.
Mais uma para o Aurélio.
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Pedrão no shopping enquanto andava de mãos dadas comigo e lutava com algum monstro imaginário, acabou escorregando e caindo. E junto quase me levou, e acabou derrubando a água de uma senhora que passava e ele esbarrou.
Eu:_Ai, desculpe.
Senhora:_Que é isso, não tem problema. Crianças são assim mesmo, não param.
Pedro (bocudo):_O chão está escorregadinho, e eu puxei da minha mãe justo ser desastrado. Ela também cai e se segura em mim.
Precisava falar????????
Por hoje é só....
Até mais.
quinta-feira, 14 de março de 2013
Homeopatia....para quem?
Mais uma das histórias que entrarão para o livro do "Coisas que só acontecem com a Bruna".
Bom, para quem conhece a minha pequena Alice, sabe o quanto ela é brava. Ela adora dar broncas, apontar dedinhos e controlar toda a situação com um bom castigo. Tentei de tudo para aliviar essa braveza, mas não consegui, então achei que, de repente, a homeopatia seria uma opção legal para tratar isso de uma maneira menos agressiva.
Lá vou eu com minha pequerrucha na homeopata. Comecei a descrever o gênio da Lilica e enquanto eu falava, a médica a observava brincando no canto do consultório. A Alice costuma chorar quando vai ao médico. Chorar mesmo, no maior estilo Maria do Bairro - aliás, personagem que deve ter sido inspirada na minha filha -, fazendo escândalos, se jogando no chão e gritando para o mundo ouvir. Falei isso à médica também.
Não preciso nem dizer que nesse dia, um anjo calmo e tranquilo jogou seu pozinho mágico nela, e a Alice ficou um doce. Nada das brincadeira de colocar bonecas no castigo. Nesse dia, ela fazia bolinho e dava mamadeiras. A médica me lançava olhares um tanto quanto questionadores para mim. Então pensei comigo: "Rá! Quero só ver na hora de examinar. É tirar a roupa e o escândalo começar" . É. Só que não. Nesse dia, ela cooperou tanto, que tirou a roupa sozinha para ajudar a pobre médica. Minha vontade era dar um beliscão escondido nela, só para começar a chorar. Mas me contive, claro.
A médica a examinou, enchendo a Lilica de elogios, e vez ou outra me lançando olhares do tipo: Como assim? Eu fingi que não entendi.
Aí, chegou a hora do veredicto. Nos sentamos e o anjo Lilica continuou sua papinha para as bonecas. Segue as palavras da médica:
_Então...veja só...a personalidade que você me diz, não condiz com a garotinha que vejo. O que demonstra, para mim, que ela só te imita - pausa para minha reação. - Eu olho para ela, e vejo uma mini você. Ela tem os trejeitos iguais aos seus, até a entonação da voz é igual - mais uma pausa para minha reação. Eu só respirei. - Sabe, eu acho que você deveria se acalmar mais. Talvez você esteja um pouco estressada e está ficando tão nervosa que acaba gritando muito, sobrecarregando as crianças com castigos e ainda as deixando bravas também.
Foi então que não aguentei. Desabafei para a mulher. Falei poucas e boas, dizendo que não é fácil ter essa vida louca que temos, que uma hora a gente surta. É claro que eu sei que minha filha me imita. Eu vejo isso. Mas também, não é para tanto. Na minha cabeça, o único pensamento que aparecia é: por que a Jullyane e a Isa não são assim? A Ronyse é muito mais brava que eu!
Só que o meu surto, só acabou por confirmar tudo o que a médica dizia. E assim que eu acabei de falar, ela só levantou as sobrancelhas e me olhou penalizada. Fiquei quieta, peguei as receitas e guias, ajudei a Lilica a guardar os brinquedos e fui embora. Mas de cabeça erguida.
Acho que vou começar a fazer um tratamento homeopático.
Até mais.
Bom, para quem conhece a minha pequena Alice, sabe o quanto ela é brava. Ela adora dar broncas, apontar dedinhos e controlar toda a situação com um bom castigo. Tentei de tudo para aliviar essa braveza, mas não consegui, então achei que, de repente, a homeopatia seria uma opção legal para tratar isso de uma maneira menos agressiva.
Lá vou eu com minha pequerrucha na homeopata. Comecei a descrever o gênio da Lilica e enquanto eu falava, a médica a observava brincando no canto do consultório. A Alice costuma chorar quando vai ao médico. Chorar mesmo, no maior estilo Maria do Bairro - aliás, personagem que deve ter sido inspirada na minha filha -, fazendo escândalos, se jogando no chão e gritando para o mundo ouvir. Falei isso à médica também.
Não preciso nem dizer que nesse dia, um anjo calmo e tranquilo jogou seu pozinho mágico nela, e a Alice ficou um doce. Nada das brincadeira de colocar bonecas no castigo. Nesse dia, ela fazia bolinho e dava mamadeiras. A médica me lançava olhares um tanto quanto questionadores para mim. Então pensei comigo: "Rá! Quero só ver na hora de examinar. É tirar a roupa e o escândalo começar" . É. Só que não. Nesse dia, ela cooperou tanto, que tirou a roupa sozinha para ajudar a pobre médica. Minha vontade era dar um beliscão escondido nela, só para começar a chorar. Mas me contive, claro.
A médica a examinou, enchendo a Lilica de elogios, e vez ou outra me lançando olhares do tipo: Como assim? Eu fingi que não entendi.
Aí, chegou a hora do veredicto. Nos sentamos e o anjo Lilica continuou sua papinha para as bonecas. Segue as palavras da médica:
_Então...veja só...a personalidade que você me diz, não condiz com a garotinha que vejo. O que demonstra, para mim, que ela só te imita - pausa para minha reação. - Eu olho para ela, e vejo uma mini você. Ela tem os trejeitos iguais aos seus, até a entonação da voz é igual - mais uma pausa para minha reação. Eu só respirei. - Sabe, eu acho que você deveria se acalmar mais. Talvez você esteja um pouco estressada e está ficando tão nervosa que acaba gritando muito, sobrecarregando as crianças com castigos e ainda as deixando bravas também.
Foi então que não aguentei. Desabafei para a mulher. Falei poucas e boas, dizendo que não é fácil ter essa vida louca que temos, que uma hora a gente surta. É claro que eu sei que minha filha me imita. Eu vejo isso. Mas também, não é para tanto. Na minha cabeça, o único pensamento que aparecia é: por que a Jullyane e a Isa não são assim? A Ronyse é muito mais brava que eu!
Só que o meu surto, só acabou por confirmar tudo o que a médica dizia. E assim que eu acabei de falar, ela só levantou as sobrancelhas e me olhou penalizada. Fiquei quieta, peguei as receitas e guias, ajudei a Lilica a guardar os brinquedos e fui embora. Mas de cabeça erguida.
Acho que vou começar a fazer um tratamento homeopático.
Até mais.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Aprendi....
Com meus filhos aprendi que um bebê sujo e chorão, pode ser tão lindo, que a foto de seu nascimento, na minha opinião, poderia fazer parte de um book fotográfico.
Aprendi que amamentar é um ato de amor. Principalmente porque dói, machuca e, mesmo assim, sentimos prazer em fazer isso. E não há dor que nos faça parar de tentar.
Aprendi que uma pessoa pode ficar sem dormir durante uma semana inteira, e mesmo assim não morrer de mau humor.
Aprendi que posso ficar sem chocolate e sem minha amada cervejinha de happy hour, só para não dar cólicas ou prejudicar meu bebezinho. E mesmo assim, me divertir no fim do dia.
Aprendi que fazer uma criança sorrir, é muito mais difícil - às vezes - do que fazer um grupo de adultos dar gargalhadas. E que quando conseguirmos, nos traz muito mais prazer.
Aprendi que para dizer EU TE AMO, nem sempre precisamos das palavras. Um abraço, um chamego e um beijo, já é o suficiente para que aquele pequeno ser se sinta amado e seguro.
Aprendi que beijo cura muito mais do que carência. Cura cortes, raladas no joelho e pancadas em geral.
Aprendi que uma cara triste, as vezes, surte mais efeito do que uma bronca ou castigo. E que ao invés de desculpas, a gente se contenta com um beijo.
Aprendi que choro não é um só. Existe o choro da dor, da manha, da fome e até da falta de carinho. E a risada de alegria, de nervoso ou até mesmo de peraltice aprontada.
Aprendi que nunca sabemos o que nossos filhos realmente gostam de comer, até que falamos para o vizinho que ele não come feijão, e o moleque bate um pratão de feijão puro e sem tempero.
Aprendi que pai e mãe não sofre de timidez. E os que sofrem, se curam até os filhos completarem dois anos.
Aprendi que andar de bicicleta pode ser uma aventura, e que uma criança tem muito mais resistência do que um adulto que participa de down rio.
Aprendi que falar de pum pode tirar a cara de choro de qualquer menino. E que chamar uma menina de princesa, cativa qualquer idade.
Aprendi a carregar criança, bolsa fashion, bolsa maternidade, bebê conforto, malinha de mamadeira, porta chupeta, paninho cói-cói, chave do carro, óculos escuros e não cair do salto agulha 10cm.
Aprendi a usar roupa casual, rasteirinha e maquiagem express. Passar protetor solar em casa, e todo o resto no carro a caminho do pediatra.
Aprendi que Pediatra é um tipo de ser que não dorme, come pouco e ainda sabe ler pensamentos de mãe e pai. Chega a dar medo a conexão que eles possuem com toda a família.
Aprendi que mesmo depois de um dia cheio de problemas, completamente sobrecarregada e com o corpo esgotado, sou capaz de jogar bola, dançar Galinha Pintadinha e brincar de massinha.
E o que me faz ter força para tudo isso, é ver que, na minha casa, eu tenho sempre dois sorrisos prontos para me alegrar, braços para me abraçar bem apertado, beijos babados de montão e, independente se eu ganhei dinheiro, estresse, se eu bati o carro ou levei multa, eles me amam e ficam mais do que felizes em me ver.
Pedro e Alice, é por causa de vocês que minha vida é iluminada e cheia de alegrias e bom humor.
Alguma mãe discorda disso?
Até mais.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Vamos escolher uma escola legal?
O assunto da semana é: Escola. Não se fala em outra coisa a não ser o início das aulas. O conteúdo é diverso: mães sofrendo pela volta as aulas, mães felizes pela volta as aulas, crianças chorando para ficar na escola, deveres, horários e por aí vai. Mas esse ano, reparei em um conteúdo desse tema um pouco diferente. Muitas mães ficaram em dúvida. Dúvida com professores, com métodos pedagógicos, com diretores e até com a escolha de uma escola.
Que atire a primeira chupeta a mãe que nunca se sentiu em dúvida em qual escola matricular seu filho. Todas já passamos por isso. A gente passa mesmo depois que estão grandinhos e bem adaptados. Mas nada se compara a dúvida que sentimos quando temos que escolher a primeira escola.
Para aquelas que não sabem, eu tive uma experiência horrível com a primeira escola que matriculei o Pedro. Ele tinha um ano e meio, e eu trabalhava fora e não tinha com quem deixá-lo mais. Escolhi uma escola que, apesar de eu não ter gostado muito da carinha dela, tive muitas recomendações e a escola é bem tradicional em Jundiaí. Mas a minha sorte é que o Pedro começou a falar muito cedo, e acabou me contando quando as coisas começaram a ficar complicadas. Ele caiu do trocador - e tanto a professora quando a diretora negaram até a morte -, e depois ele falava que a professora ficava brava e puxava a orelha. Mas para mim, o pior, foi a parte psicológica que, com uma criança de um ano, é o que mais pega. Ele ficou inseguro, chorão e não largava de mim para nada.
Mas conseguimos superar. Só que, quando precisei achar outra escola para ele, foi bem complicado. Por fim foi ele quem escolheu para mim. Entramos no Telles - que ele está até hoje - e, depois de levá-lo para conhecer chorando outras cinco escolas, lá ele entrou sozinho, correu no parque com o Tio Lucas e comeu lanchinho com a Tia Andréia, feliz da vida. Não tive duvidas. Matriculei e estou feliz até hoje por isso.
Na verdade, onde estou querendo chegar é que, não existe uma receita para achar uma boa escola para nossos tesouros. Vida de mãe é feita de erros e acertos, e não conheço uma única mãe que tente errar. Todas nós queremos só acertar. O que posso fazer é dar minha opinião a partir de minha própria experiência - e na parte boa da experiência, claro.
A pré escolha é sempre pelo método pedagógico. Fiz uma pesquisa antes para saber quais eram os métodos de algumas escolas, e as que mais me agradaram foram as que fui fazer visitas.
Se eu fosse escolher uma escola nova hoje, eu veria os seguintes itens:
-escola de confiança não precisa de tempo para colocar mãe dentro do lugar. Mãe chegou, mãe entrou.
-limpeza e organização do lugar (principalmente banheiros);
-crianças quietas demais, sinal de disciplina severa. Criança normal faz barulho.
-escola boa, tem funcionários felizes. Todas sabemos ver se os professores estão felizes de verdade.
-para berçários, o número de bebês por berçaristas é muito importante. Quanto menos bebês, melhor, ou, quanto mais berçaristas - felizes - também.
-lugares bem arejados, com sol, terá menos propensão a surtos de viroses.
Outra coisa que aprendi, é que não existe escola perfeita. Nós somos exigentes por natureza quando se trata de nossos filhos, então se a escola está perfeita demais, sem nenhuma reclamação, é por que algo está errado. Quando a relação escola-família é aberta, as opiniões divergem de forma natural e construtiva. Nós nunca vamos encontrar uma escola perfeita. Pensem nisso.
O mais importante nisso tudo, é que mãe tem intuição, e parece que algo fica martelando em nossa cabeça quando tem alguma coisa errada. Hoje em dia, confiaria cem por cento em minha intuição - se eu a tivesse seguido na primeira escola, teria evitado muita coisa.
Por isso, para terminar, digo com propriedade e convicção: visitem a escola e sigam seu coração. Mãe não se engana, e Deus nos ajuda sempre.
Até mais.
Que atire a primeira chupeta a mãe que nunca se sentiu em dúvida em qual escola matricular seu filho. Todas já passamos por isso. A gente passa mesmo depois que estão grandinhos e bem adaptados. Mas nada se compara a dúvida que sentimos quando temos que escolher a primeira escola.
Para aquelas que não sabem, eu tive uma experiência horrível com a primeira escola que matriculei o Pedro. Ele tinha um ano e meio, e eu trabalhava fora e não tinha com quem deixá-lo mais. Escolhi uma escola que, apesar de eu não ter gostado muito da carinha dela, tive muitas recomendações e a escola é bem tradicional em Jundiaí. Mas a minha sorte é que o Pedro começou a falar muito cedo, e acabou me contando quando as coisas começaram a ficar complicadas. Ele caiu do trocador - e tanto a professora quando a diretora negaram até a morte -, e depois ele falava que a professora ficava brava e puxava a orelha. Mas para mim, o pior, foi a parte psicológica que, com uma criança de um ano, é o que mais pega. Ele ficou inseguro, chorão e não largava de mim para nada.
Mas conseguimos superar. Só que, quando precisei achar outra escola para ele, foi bem complicado. Por fim foi ele quem escolheu para mim. Entramos no Telles - que ele está até hoje - e, depois de levá-lo para conhecer chorando outras cinco escolas, lá ele entrou sozinho, correu no parque com o Tio Lucas e comeu lanchinho com a Tia Andréia, feliz da vida. Não tive duvidas. Matriculei e estou feliz até hoje por isso.
Na verdade, onde estou querendo chegar é que, não existe uma receita para achar uma boa escola para nossos tesouros. Vida de mãe é feita de erros e acertos, e não conheço uma única mãe que tente errar. Todas nós queremos só acertar. O que posso fazer é dar minha opinião a partir de minha própria experiência - e na parte boa da experiência, claro.
A pré escolha é sempre pelo método pedagógico. Fiz uma pesquisa antes para saber quais eram os métodos de algumas escolas, e as que mais me agradaram foram as que fui fazer visitas.
Se eu fosse escolher uma escola nova hoje, eu veria os seguintes itens:
-escola de confiança não precisa de tempo para colocar mãe dentro do lugar. Mãe chegou, mãe entrou.
-limpeza e organização do lugar (principalmente banheiros);
-crianças quietas demais, sinal de disciplina severa. Criança normal faz barulho.
-escola boa, tem funcionários felizes. Todas sabemos ver se os professores estão felizes de verdade.
-para berçários, o número de bebês por berçaristas é muito importante. Quanto menos bebês, melhor, ou, quanto mais berçaristas - felizes - também.
-lugares bem arejados, com sol, terá menos propensão a surtos de viroses.
Outra coisa que aprendi, é que não existe escola perfeita. Nós somos exigentes por natureza quando se trata de nossos filhos, então se a escola está perfeita demais, sem nenhuma reclamação, é por que algo está errado. Quando a relação escola-família é aberta, as opiniões divergem de forma natural e construtiva. Nós nunca vamos encontrar uma escola perfeita. Pensem nisso.
O mais importante nisso tudo, é que mãe tem intuição, e parece que algo fica martelando em nossa cabeça quando tem alguma coisa errada. Hoje em dia, confiaria cem por cento em minha intuição - se eu a tivesse seguido na primeira escola, teria evitado muita coisa.
Por isso, para terminar, digo com propriedade e convicção: visitem a escola e sigam seu coração. Mãe não se engana, e Deus nos ajuda sempre.
Até mais.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Férias, sim. Estresse, não.
Férias sempre rende um post novo. A mesma ladainha de sempre: é uma correria, é cansativo, a gente não aguenta mais ficar com as crianças e também vai sentir falta quando voltarem as aulas.
Por isso vou tentar mudar um pouco o foco dessa vez. Vou tentar mostrar algumas situações que me ensinaram, de uma forma boa ou não, o que se deve ou não fazer nas férias escolares.
Logo que as férias começaram, meu marido também tirou férias. O que eu achei que fosse ser o período mais estressante para mim, foi o mais gostoso e gratificante. Eu coloquei em prática uma das teorias que foram lançadas nos cafés da mamys: Marido só fica com os filhos, quando as mães realmente deixam eles ficarem com os filhos. Sou a prova viva disso. Eu simplesmente larguei - no bom sentido, claro.
Fomos para a praia e o papai entrava na água com as duas crianças para a mamãe poder ler um pouquinho um livro em baixo do guarda sol. Fomos para Águas de Lindóia, e o papai ficou sozinho com os dois pequenos na piscina, enquanto a mamãe comprava roupinhas no centro. Como gratidão, eu também fiquei sozinha com os dois nas duas viagens para o papai fazer o que quisesse. E - pasmem vocês - ele não abusou do tempo.
Quando voltamos para a casa, foi a mesma coisa. Consegui ir ao shopping sozinha - fique até deslocada, voltei rápido porque me bateu uma solidão -, arrumar a casa cantando e dançando, e me livrei dos almoços. Em troca, meus pequenos ganharam momentos especiais com o papai, que agora está mais prestativo que antes.
Ponto positivo.
Depois disso, fiquei sozinha com os dois. Eu pensei comigo: Poxa, é férias, vou liberar algumas coisas que antes eu controlava. Vai ser legal. E então, fiz a besteira de liberar o vídeo game e a televisão. Eu até acho que, em uma casa normal, teria dado certo. As crianças ficam quietinhas, os pais adiantam serviços e descansam um pouco. Mas aqui, onde todos são elétricos e não param quietos, não rolou.
A Alice passava o dia assistindo seus filminhos e Pedrão jogando video game - só joguinhos de criança, sem lutas. Vez ou outra, eles paravam, brincavam um pouco no quintal e voltavam para seus cantos. Então, quando o relógio batia 20:00h, o furacão começava. Parecia que alguém havia acendido uma tocha e gritado: JÁ!!!! Eles corriam, Alice pulava no sofá, Pedrão subia no batente da porta - e depois saltava para ver a distância que alcançava -, brincavam de pega-pega, esconde-esconde, lutas de gladiadores e por aí vai. Não demorou para eu perceber que, aqueles momentos diurnos de tranquilidade, não valiam tanto a pena assim. Gente, de noite ninguém aguenta tudo isso.
Ponto negativo.
Então, radicalizei. Arrumei programas para todos os dias. Mas não qualquer programa. Eram passeios que detonavam a energia deles. Amigos - aos montes - em casa, e só podiam brincar na terra. Hopi Hari e, para ir de um brinquedo ao outro, tinha que ser correndo. Ensinei a pular corda, pedalar, fazer embaixadinha e, quando iam jogar video game, tinha que ser em pé, e quando o personagem pulava, eles tinham que pular também. Eu dava risada o dia todo com as coisinhas de crianças, e eles gastavam energia.
Durante esses dias intensos, quando o relógio batia as 20:00h, as crianças estavam abanando a bandeira branca.
Ponto mais que positivo e com os jurados aplaudindo em pé.
E para ficar perfeito, perdi um quilo - gente, um quilo já é bem legal, vai - nesse mês. Agora minha nova meta, é diminuir as comilâncias assim que as férias acabarem. Como já estão no fim, tenho só mais essa semana para comer fora de hora. Por isso, até mais, que eu vou comer um chocolate.
Até.
Por isso vou tentar mudar um pouco o foco dessa vez. Vou tentar mostrar algumas situações que me ensinaram, de uma forma boa ou não, o que se deve ou não fazer nas férias escolares.
Logo que as férias começaram, meu marido também tirou férias. O que eu achei que fosse ser o período mais estressante para mim, foi o mais gostoso e gratificante. Eu coloquei em prática uma das teorias que foram lançadas nos cafés da mamys: Marido só fica com os filhos, quando as mães realmente deixam eles ficarem com os filhos. Sou a prova viva disso. Eu simplesmente larguei - no bom sentido, claro.
Fomos para a praia e o papai entrava na água com as duas crianças para a mamãe poder ler um pouquinho um livro em baixo do guarda sol. Fomos para Águas de Lindóia, e o papai ficou sozinho com os dois pequenos na piscina, enquanto a mamãe comprava roupinhas no centro. Como gratidão, eu também fiquei sozinha com os dois nas duas viagens para o papai fazer o que quisesse. E - pasmem vocês - ele não abusou do tempo.
Quando voltamos para a casa, foi a mesma coisa. Consegui ir ao shopping sozinha - fique até deslocada, voltei rápido porque me bateu uma solidão -, arrumar a casa cantando e dançando, e me livrei dos almoços. Em troca, meus pequenos ganharam momentos especiais com o papai, que agora está mais prestativo que antes.
Ponto positivo.
Depois disso, fiquei sozinha com os dois. Eu pensei comigo: Poxa, é férias, vou liberar algumas coisas que antes eu controlava. Vai ser legal. E então, fiz a besteira de liberar o vídeo game e a televisão. Eu até acho que, em uma casa normal, teria dado certo. As crianças ficam quietinhas, os pais adiantam serviços e descansam um pouco. Mas aqui, onde todos são elétricos e não param quietos, não rolou.
A Alice passava o dia assistindo seus filminhos e Pedrão jogando video game - só joguinhos de criança, sem lutas. Vez ou outra, eles paravam, brincavam um pouco no quintal e voltavam para seus cantos. Então, quando o relógio batia 20:00h, o furacão começava. Parecia que alguém havia acendido uma tocha e gritado: JÁ!!!! Eles corriam, Alice pulava no sofá, Pedrão subia no batente da porta - e depois saltava para ver a distância que alcançava -, brincavam de pega-pega, esconde-esconde, lutas de gladiadores e por aí vai. Não demorou para eu perceber que, aqueles momentos diurnos de tranquilidade, não valiam tanto a pena assim. Gente, de noite ninguém aguenta tudo isso.
Ponto negativo.
Então, radicalizei. Arrumei programas para todos os dias. Mas não qualquer programa. Eram passeios que detonavam a energia deles. Amigos - aos montes - em casa, e só podiam brincar na terra. Hopi Hari e, para ir de um brinquedo ao outro, tinha que ser correndo. Ensinei a pular corda, pedalar, fazer embaixadinha e, quando iam jogar video game, tinha que ser em pé, e quando o personagem pulava, eles tinham que pular também. Eu dava risada o dia todo com as coisinhas de crianças, e eles gastavam energia.
Durante esses dias intensos, quando o relógio batia as 20:00h, as crianças estavam abanando a bandeira branca.
Ponto mais que positivo e com os jurados aplaudindo em pé.
E para ficar perfeito, perdi um quilo - gente, um quilo já é bem legal, vai - nesse mês. Agora minha nova meta, é diminuir as comilâncias assim que as férias acabarem. Como já estão no fim, tenho só mais essa semana para comer fora de hora. Por isso, até mais, que eu vou comer um chocolate.
Até.
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