Sou contra comparações, mas sempre digo o quanto comparar é inevitável na vida de uma mãe.
Eu tenho um casal de filhos - ah, vá?! - e não canso de me surpreender com as diferenças tão nítidas entre eles. O que é mais engraçado é que algumas características são próprias de cada sexo.
Por exemplo: meninos são agitados, meninas são calmas. E não me venha com aquela máxima: AAahhh, você não conhece minha filha...Nenhuma menina, por mais agitada que seja, chega aos pés de um menino agitado. Assim, como nenhum menino genioso, chega aos pés de uma menina geniosa. Mulher é bicho feio quando se trata de enfrentar qualquer tipo de autoridade que seja exercida sobre ela.
Outra diferença é sobre a maneira que cada um aprende alguma coisa. Meninos não tem paciência para escutar, raciocinar, aprender e fazer. Você fala e antes de acabar, eles saem correndo. As meninas escutam, observam, absorvem e fazem. Ah, e só param quando conseguem fazer direito.
Já percebi também que meninos comem mais alimentos saudáveis e meninas preferem....bem, elas preferem doces e porcarias - nossas famosas gordices. Além disso, meninos comem tudo e ponto. Meu filho volta da escola comendo uma fruta, come um pacote de pipoca, e ainda chega em casa e bate um pratão de comida fácil.
Meninos quando vão fazer carinho não conseguem controlar o primeiro contato e acaba virando um tapão descontrolado. Meninas de dois anos já podem carregar bebês e mesmo assim são capazes de não machucá-los.
Os meninos adoram qualquer tipo de brincadeira que envolva pum, cuspe ou arrotos. Meninas ficam com nojo de areia do parque na sandália.
E existem um milhão de outras coisas que, seu eu resolver fazer uma lista, o post irá ficar longo demais.
Mas o mais legal é ver como os meninos são adoradores e protetores de suas mães e as meninas são admiradoras e protetoras de seus pais. Como os meninos viram os olhos para a delicadeza e adoração por compras de suas mães e como as meninas acham infantis as brincadeiras dos pais e são companheiras em passeios de suas mães.
Sei que para toda regra existe uma exceção, mas convenhamos, a maioria é bem assim, não é mesmo?
Amo ser mãe de menino, e amo ser mãe de menina. Alguns dias é mais fácil cuidar deles e outros é mais fácil cuidar delas. Mas o que realmente importa é que amo de paixão essas diferenças, e agradeço a Deus todos os dias por ter me dado a oportunidade de vivenciar e aprender essas pequenas diferenças no meu dia a dia.
Até mais.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Amigos até na Diretoria da escola.
Essa semana aconteceu o que sempre temi. Meu filho foi para a diretoria da escola.
Isso mesmo, minha gente. O Pedrão, aquele garoto que todas acham pacato e tranquilo, foi para a diretoria com mais dois amigos - nem preciso falar que um deles era o Samuca - por causa de brincadeiras estupidas.
Quanto a isso, tudo bem. Quer dizer, lógico que fico preocupada com as brincadeiras e irei fazer com que ele perceba que não é legal esse tipo de coisa. Mas para mim, o pior, foi que eu não fiquei sabendo por ele. O Pedrão - que é o mais fofoqueirinho da turma - não me contou que havia tomado bronca. Ficou quieto e se fingiu de morto.
E por mais incrível que pareça, o fato de ele ter escondido de mim, me deixou mais preocupada do que o problema em si. Ele diz que ficou com vergonha de me contar, mas...será?
Conversei com ele, expliquei que essas coisas não podem acontecer, mas quando acontecem a mamãe tem que ficar sabendo, para poder lhe ensinar se ele realmente está errado ou se, de repente, está certo. Acabei que dei um castigo à ele por causa da omissão e não por causa do que eles aprontaram.
Agora vamos à parte engraçada de tudo isso.
Fui conversar com a coordenadora - o nome dela é Fátima e é muuuito brava. Falo com propriedade - e ela mesma não conseguia contar direito o que havia acontecido de tanto que ria.
Imaginem a cena: três meninos de cinco anos, com caras de travessos - e atitudes também - tentando explicar quem começou a brincadeira e quem foi o culpado. Rodrigo ficou quieto, Pedrão só gaguejou, e o Samuca....bem, o Samuca, né?! Ele fez a defesa da galera. Discursou e argumentou como ninguém. Não citou nomes e tudo o que fizeram - segundo ele, claro - foi uma coisinha de nada.
Outra coisa engraçada é que nenhum deles entregou o amigo. Nem sob tortura. O Pedrão, enquanto contava para mim o que havia acontecido, se auto acusou, dizendo que havia começado tudo e que a culpa foi toda dele. Acabamos o assunto com ele perguntando: Você não vai ficar brava com o Samuca e o Rodrigo, né? Eu mereço?
Mas, para mim, a pior parte foi ter que ficar dentro de uma sala, pequena, frente a frente com a Fátima. Gente, é como se eu tivesse quinze anos de novo. Ela foi a minha coordenadora, e foi a minha tortura pessoal na época. Ela brigava comigo e vivia chamando minha mãe para conversar.
Quando entrei naquela sala, quase dei meia volta e gritei pela minha mãe. Afinal, ela já está mais acostumada a aguentar as broncas da D. Fátima, não é?
Fiquei o tempo todo só ouvindo e concordando. Até me solidarizei com as crianças. Não é fácil aguentar a bronca depois da diversão.
Só espero que, de agora em diante, o Pedrão aprenda e perceba que é mais fácil falar comigo, do que EU falar com a Fátima.
Até mais.
Isso mesmo, minha gente. O Pedrão, aquele garoto que todas acham pacato e tranquilo, foi para a diretoria com mais dois amigos - nem preciso falar que um deles era o Samuca - por causa de brincadeiras estupidas.
Quanto a isso, tudo bem. Quer dizer, lógico que fico preocupada com as brincadeiras e irei fazer com que ele perceba que não é legal esse tipo de coisa. Mas para mim, o pior, foi que eu não fiquei sabendo por ele. O Pedrão - que é o mais fofoqueirinho da turma - não me contou que havia tomado bronca. Ficou quieto e se fingiu de morto.
E por mais incrível que pareça, o fato de ele ter escondido de mim, me deixou mais preocupada do que o problema em si. Ele diz que ficou com vergonha de me contar, mas...será?
Conversei com ele, expliquei que essas coisas não podem acontecer, mas quando acontecem a mamãe tem que ficar sabendo, para poder lhe ensinar se ele realmente está errado ou se, de repente, está certo. Acabei que dei um castigo à ele por causa da omissão e não por causa do que eles aprontaram.
Agora vamos à parte engraçada de tudo isso.
Fui conversar com a coordenadora - o nome dela é Fátima e é muuuito brava. Falo com propriedade - e ela mesma não conseguia contar direito o que havia acontecido de tanto que ria.
Imaginem a cena: três meninos de cinco anos, com caras de travessos - e atitudes também - tentando explicar quem começou a brincadeira e quem foi o culpado. Rodrigo ficou quieto, Pedrão só gaguejou, e o Samuca....bem, o Samuca, né?! Ele fez a defesa da galera. Discursou e argumentou como ninguém. Não citou nomes e tudo o que fizeram - segundo ele, claro - foi uma coisinha de nada.
Outra coisa engraçada é que nenhum deles entregou o amigo. Nem sob tortura. O Pedrão, enquanto contava para mim o que havia acontecido, se auto acusou, dizendo que havia começado tudo e que a culpa foi toda dele. Acabamos o assunto com ele perguntando: Você não vai ficar brava com o Samuca e o Rodrigo, né? Eu mereço?
Mas, para mim, a pior parte foi ter que ficar dentro de uma sala, pequena, frente a frente com a Fátima. Gente, é como se eu tivesse quinze anos de novo. Ela foi a minha coordenadora, e foi a minha tortura pessoal na época. Ela brigava comigo e vivia chamando minha mãe para conversar.
Quando entrei naquela sala, quase dei meia volta e gritei pela minha mãe. Afinal, ela já está mais acostumada a aguentar as broncas da D. Fátima, não é?
Fiquei o tempo todo só ouvindo e concordando. Até me solidarizei com as crianças. Não é fácil aguentar a bronca depois da diversão.
Só espero que, de agora em diante, o Pedrão aprenda e perceba que é mais fácil falar comigo, do que EU falar com a Fátima.
Até mais.
domingo, 17 de junho de 2012
Apenas um dia normal. Será?
O DIA...
A primeira criança acorda e chama do quarto: _Mãããe....acordeiiii....Vou até lá e ganho um abraço e um bom dia todo cheio de risos. Acaba que todos da casa se levantam e vão tomar café da manhã.
Enquanto as crianças tomam mamadeiras, deitadas e assistindo TV, nós estamos na mesa tomando o nosso café e colocando algumas conversas em dia.
Pela manhã brincamos de tudo, vídeo game, casinha, pega-pega, pintar revistas. Tenho que parar antes e preparar o almoço. Faço isso ao som das crianças correndo e brincando pelo quintal.
Sentamos à mesa para comer, todos juntos, cada um em seu lugar marcado ao acaso, conversando enquanto uma criança aprende a comer sozinha e a outra mostra orgulhosa como já saber fazer isso. À tarde alguns dormem um pouco e outros assistem à um filminho. Quando acordamos saímos para dar um passeio. Sorvete, café, parque, bicicleta. Depois de muita brincadeira, a volta para casa é regada de lembranças da nossa tarde, e essas conversas se estendem no banho e no jantar, quando todos se reúnem novamente à mesa.
Depois de limpos e alimentados, a família senta para assistir um pouco de algum programa educativo, onde todos se acalmam, tomam suas mamadeiras noturnas e vamos para a cama. Conto uma história, rezamos e dormimos para amanhã, começarmos tudo de novo.
O DIA REAL...
São sete e meia da manhã de domingo, estou no maior sono gostoso quando escuto:_Mãããe....acordeiiii...Vou até lá -xingando em silêncio - com a cara inchada por não dormir direito, e tento convencer a criança a dormir só mais um pouquinho. Mas ela já pula em meu pescoço gritando um bom dia irritante e estridente e rindo da minha cara esquisita. Tenho que fazer as mamadeiras - que sempre esqueço de já deixá-las prontas na noite anterior - ao som de pedidos e reclamações sobre a demora. Sento na mesa para tomar café com meu marido. Na verdade, sento umas trinta vezes seguidas, pois cada vez que tento colocar a xícara na boca alguma criança pede alguma coisa ou se estapeia com a outra.
Pela manhã resolvemos brincar. São várias brincadeira, mas nenhuma é concluída. Começamos o vídeo game, mas a irmã fica na frente da TV, tentamos casinha mas o irmão acaba fazendo o bebê de inimigo do Ben 10. Acabamos brincando de pega-pega: a mãe corre atrás da criança para colocar de castigo e o pai corre atrás do outro para soltar uma panela que não é brinquedo.
Vou fazer o almoço tentando tapar os ouvidos para não escutar a gritaria que está no quintal. Crianças correndo e pai surtando. Sentamos à mesa, e enquanto achamos que estamos comendo, as crianças brincam de dominar a colher mirando comida um no outro.
À tarde os esgotados caem no sono onde estão. Resolvemos sair um pouco depois do sono, para gastar mais energia das crianças e dormirem melhor à noite. Sorvete cai na roupa, café fica frio e bicicleta vira arma. Voltamos para casa recapitulando tudo o que fizeram de errado e feio até em casa e dando os devidos castigos para cada mal criação. No banho as conversas sérias são por causa das brigas que ocorreram no carro enquanto a gente dava os castigos. Ninguém consegue jantar pois estão todos muito cansados e comeram muita porcaria na rua.
Depois de limpos, alimentados e castigados, não sobra mais nada para fazer a não ser assistir Discovery Kids, a mãe colocar todos de castigos contando uma história e rezar para que todos melhores seu comportamento no dia seguinte.
Resumindo: para se ter um dia legal, basta mudar sua perspectiva.
Até mais.
A primeira criança acorda e chama do quarto: _Mãããe....acordeiiii....Vou até lá e ganho um abraço e um bom dia todo cheio de risos. Acaba que todos da casa se levantam e vão tomar café da manhã.
Enquanto as crianças tomam mamadeiras, deitadas e assistindo TV, nós estamos na mesa tomando o nosso café e colocando algumas conversas em dia.
Pela manhã brincamos de tudo, vídeo game, casinha, pega-pega, pintar revistas. Tenho que parar antes e preparar o almoço. Faço isso ao som das crianças correndo e brincando pelo quintal.
Sentamos à mesa para comer, todos juntos, cada um em seu lugar marcado ao acaso, conversando enquanto uma criança aprende a comer sozinha e a outra mostra orgulhosa como já saber fazer isso. À tarde alguns dormem um pouco e outros assistem à um filminho. Quando acordamos saímos para dar um passeio. Sorvete, café, parque, bicicleta. Depois de muita brincadeira, a volta para casa é regada de lembranças da nossa tarde, e essas conversas se estendem no banho e no jantar, quando todos se reúnem novamente à mesa.
Depois de limpos e alimentados, a família senta para assistir um pouco de algum programa educativo, onde todos se acalmam, tomam suas mamadeiras noturnas e vamos para a cama. Conto uma história, rezamos e dormimos para amanhã, começarmos tudo de novo.
O DIA REAL...
São sete e meia da manhã de domingo, estou no maior sono gostoso quando escuto:_Mãããe....acordeiiii...Vou até lá -xingando em silêncio - com a cara inchada por não dormir direito, e tento convencer a criança a dormir só mais um pouquinho. Mas ela já pula em meu pescoço gritando um bom dia irritante e estridente e rindo da minha cara esquisita. Tenho que fazer as mamadeiras - que sempre esqueço de já deixá-las prontas na noite anterior - ao som de pedidos e reclamações sobre a demora. Sento na mesa para tomar café com meu marido. Na verdade, sento umas trinta vezes seguidas, pois cada vez que tento colocar a xícara na boca alguma criança pede alguma coisa ou se estapeia com a outra.
Pela manhã resolvemos brincar. São várias brincadeira, mas nenhuma é concluída. Começamos o vídeo game, mas a irmã fica na frente da TV, tentamos casinha mas o irmão acaba fazendo o bebê de inimigo do Ben 10. Acabamos brincando de pega-pega: a mãe corre atrás da criança para colocar de castigo e o pai corre atrás do outro para soltar uma panela que não é brinquedo.
Vou fazer o almoço tentando tapar os ouvidos para não escutar a gritaria que está no quintal. Crianças correndo e pai surtando. Sentamos à mesa, e enquanto achamos que estamos comendo, as crianças brincam de dominar a colher mirando comida um no outro.
À tarde os esgotados caem no sono onde estão. Resolvemos sair um pouco depois do sono, para gastar mais energia das crianças e dormirem melhor à noite. Sorvete cai na roupa, café fica frio e bicicleta vira arma. Voltamos para casa recapitulando tudo o que fizeram de errado e feio até em casa e dando os devidos castigos para cada mal criação. No banho as conversas sérias são por causa das brigas que ocorreram no carro enquanto a gente dava os castigos. Ninguém consegue jantar pois estão todos muito cansados e comeram muita porcaria na rua.
Depois de limpos, alimentados e castigados, não sobra mais nada para fazer a não ser assistir Discovery Kids, a mãe colocar todos de castigos contando uma história e rezar para que todos melhores seu comportamento no dia seguinte.
Resumindo: para se ter um dia legal, basta mudar sua perspectiva.
Até mais.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Galera do coração.
É incrível como alguns dias simplesmente são especiais. Ás vezes queremos tornar algo especial, inesquecível, e então gastamos rios de dinheiro, montamos altos esquemas e no fim, nada fica tão marcante quanto o esperado. Já algumas vezes, só o simples fato de algumas pessoas se encontrarem já faz com que esses momentos se tornem inesquecíveis.
Hoje foi um dia assim. A mamys Bia irá comemorar mais um aninho de vida amanhã, então resolvemos fazer um caféversário surpresa - ideia da maligna Ronyse. Foi de última hora, foi uma confusão e foi uma correria, mas foi especial. Foi gostoso, foi lindo, foi emocionante e foi destilador de fígados. Muita fartura e muita risada. Crianças e bebês para todos os lados, mães e amigas cuidando de tudo e de todos ao mesmo tempo.
Então, em um momento de calmaria - que são raros em dias como esses -, fiquei observando a mulherada interagindo. Cada uma com seu ponto de vista, cada uma com suas qualidades e seus defeitos. Uma ria alto a outra não acha graça. Uma gosta de irritar e a outra fica irritada fácil. Uma diversidade de personalidades que, juntas, formam um grupo completo. Então resolvi fazer uma brincadeira, comecei a pensar em uma palavra que definisse cada uma das mamys que estavam em casa hoje.
Rose=vó
Eleni = malhação
Fabiana=Kátia
Karina=delicadeza
Ronyse=bronca
Tati=alegria
Juliana=chef light
Carlla=engraçada
Dani=pentelha
Bel=sumida
Bia=protetora.
E isso foi só com as que estavam aqui hoje, ainda tem a Samira=mãezona, Sílvia=empresária, Regiane=descolada e muitas outras que conhecemos mas que, muitas vezes, não podem vir em nossos encontros.
Mas o que achei mais engraçado é que, cada vez que olhava para uma delas, e começava a pensar em uma palavra, teve um adjetivo que foi comum para todas. Essa palavra martelava em minha cabeça se encaixando perfeitamente á todas que estavam aqui. Na realidade são duas palavras, e que eu tenho muito orgulho de dizer que o nome de todas estão definitivamente unidos à essas pequenas palavras.
Obrigada por fazerem parte de minha vida SUPER MAMYS.
Até mais.
Hoje foi um dia assim. A mamys Bia irá comemorar mais um aninho de vida amanhã, então resolvemos fazer um caféversário surpresa - ideia da maligna Ronyse. Foi de última hora, foi uma confusão e foi uma correria, mas foi especial. Foi gostoso, foi lindo, foi emocionante e foi destilador de fígados. Muita fartura e muita risada. Crianças e bebês para todos os lados, mães e amigas cuidando de tudo e de todos ao mesmo tempo.
Então, em um momento de calmaria - que são raros em dias como esses -, fiquei observando a mulherada interagindo. Cada uma com seu ponto de vista, cada uma com suas qualidades e seus defeitos. Uma ria alto a outra não acha graça. Uma gosta de irritar e a outra fica irritada fácil. Uma diversidade de personalidades que, juntas, formam um grupo completo. Então resolvi fazer uma brincadeira, comecei a pensar em uma palavra que definisse cada uma das mamys que estavam em casa hoje.
Rose=vó
Eleni = malhação
Fabiana=Kátia
Karina=delicadeza
Ronyse=bronca
Tati=alegria
Juliana=chef light
Carlla=engraçada
Dani=pentelha
Bel=sumida
Bia=protetora.
E isso foi só com as que estavam aqui hoje, ainda tem a Samira=mãezona, Sílvia=empresária, Regiane=descolada e muitas outras que conhecemos mas que, muitas vezes, não podem vir em nossos encontros.
Mas o que achei mais engraçado é que, cada vez que olhava para uma delas, e começava a pensar em uma palavra, teve um adjetivo que foi comum para todas. Essa palavra martelava em minha cabeça se encaixando perfeitamente á todas que estavam aqui. Na realidade são duas palavras, e que eu tenho muito orgulho de dizer que o nome de todas estão definitivamente unidos à essas pequenas palavras.
Obrigada por fazerem parte de minha vida SUPER MAMYS.
Até mais.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Dia dos Namorados especial.
Preciso confessar algo para vocês: fazem quase cinco anos que não comemoro o Dia dos Namorados. Quer dizer, faz todo esse tempo que não comemoro decentemente, como diz o protocolo.
Até o Pedrão nascer foi tudo ótimo. Jantar romântico, troca de presentes. Mas depois que tivemos filho...embolou.
No começo trocávamos presentes e saíamos para jantar, mas nunca na data certa. Sempre acontecia alguma coisa, uma vez Pedro ficou doente, outra vez trabalhei até tarde, outra vez faltou dinheiro. E por aí vai. Quando nasceu a Alice, a coisa ficou pior. Se já não conseguíamos sair com um filho, com dois então não havia possibilidade.
Mas eu sou mulher, e como toda mulher exigia um pouco de romantismo. Não me permitiria deixar a data passar em branco sem reclamar, claro. Então eu batia o pé, choramingava e acabávamos fazendo algo uma ou duas semanas depois da data.
Foi então que estava conversando com uma amiga,quando ela me perguntou: Onde vai comemorar o dia dos namorados? Pensei por um minuto e resolvi ser sincera: Não vou, esse ano não vai dar. O mundo caiu. Ela ficou indignada, onde já se viu deixar passar essas datas tão importantes para o romantismo do casal? Uma outra amiga, que estava junto, aproveitou o assunto e relatou o caso de uma conhecida da prima que abria mão dessas comemorações e o casamento acabou depois de dois anos.
Tá. Eu não tiro a razão delas. Também gostaria de comemorar toda e qualquer data tomando champagne com morangos depois de um romântico jantar à luz de velas em algum restaurante badalado da cidade. Mas não dá.
Pensem comigo, esse mês nós fechamos o contrato com um buffet infantil super legal para comemorar o niver do Pedrão. Terá muita criança e muita bagunça. Meu filho ficará super feliz. Quem faz festa infantil sabe o quanto isso fica caro. Por isso, quando eu e Rodrigão decidimos não trocar presentes para poder pagar a festa, não pensei duas vezes. Não fiquei nem insegura, a decisão foi unânime.
Por isso, hoje, depois de passar a tarde ajudando uma amiga a escolher o presente de dia dos namorados para seu marido, resolvi comemorar. Resolvi que estava na hora de mudar a história dessa data.
Peguei meu filho na escola, passei no mercado, comprei os apetrechos da comida favorita do maridão - com Pedrão auxiliando e me dando um milhão de abraços e beijos -, preparei a comida com criança em um braço e colher no outro, e quando ele chegou fizemos uma comemoração regada de crianças e amor. Muita lambança, bagunça, comida e histórias para contar. Por que não podemos ter um Dia dos Namorados romântico com a maior prova do nosso amor frente aos nossos olhos? Nossos dois filhotes. Esse é o nosso eterno presente.
Quer saber: foi o melhor Dia dos Namorados que já tive.
Até mais.
Até o Pedrão nascer foi tudo ótimo. Jantar romântico, troca de presentes. Mas depois que tivemos filho...embolou.
No começo trocávamos presentes e saíamos para jantar, mas nunca na data certa. Sempre acontecia alguma coisa, uma vez Pedro ficou doente, outra vez trabalhei até tarde, outra vez faltou dinheiro. E por aí vai. Quando nasceu a Alice, a coisa ficou pior. Se já não conseguíamos sair com um filho, com dois então não havia possibilidade.
Mas eu sou mulher, e como toda mulher exigia um pouco de romantismo. Não me permitiria deixar a data passar em branco sem reclamar, claro. Então eu batia o pé, choramingava e acabávamos fazendo algo uma ou duas semanas depois da data.
Foi então que estava conversando com uma amiga,quando ela me perguntou: Onde vai comemorar o dia dos namorados? Pensei por um minuto e resolvi ser sincera: Não vou, esse ano não vai dar. O mundo caiu. Ela ficou indignada, onde já se viu deixar passar essas datas tão importantes para o romantismo do casal? Uma outra amiga, que estava junto, aproveitou o assunto e relatou o caso de uma conhecida da prima que abria mão dessas comemorações e o casamento acabou depois de dois anos.
Tá. Eu não tiro a razão delas. Também gostaria de comemorar toda e qualquer data tomando champagne com morangos depois de um romântico jantar à luz de velas em algum restaurante badalado da cidade. Mas não dá.
Pensem comigo, esse mês nós fechamos o contrato com um buffet infantil super legal para comemorar o niver do Pedrão. Terá muita criança e muita bagunça. Meu filho ficará super feliz. Quem faz festa infantil sabe o quanto isso fica caro. Por isso, quando eu e Rodrigão decidimos não trocar presentes para poder pagar a festa, não pensei duas vezes. Não fiquei nem insegura, a decisão foi unânime.
Por isso, hoje, depois de passar a tarde ajudando uma amiga a escolher o presente de dia dos namorados para seu marido, resolvi comemorar. Resolvi que estava na hora de mudar a história dessa data.
Peguei meu filho na escola, passei no mercado, comprei os apetrechos da comida favorita do maridão - com Pedrão auxiliando e me dando um milhão de abraços e beijos -, preparei a comida com criança em um braço e colher no outro, e quando ele chegou fizemos uma comemoração regada de crianças e amor. Muita lambança, bagunça, comida e histórias para contar. Por que não podemos ter um Dia dos Namorados romântico com a maior prova do nosso amor frente aos nossos olhos? Nossos dois filhotes. Esse é o nosso eterno presente.
Quer saber: foi o melhor Dia dos Namorados que já tive.
Até mais.
domingo, 10 de junho de 2012
Bagagens supérfluas.
BY BIA.
Acordei
muito inspirada para escrever. Talvez os últimos acontecimentos da
minha vida tenham me motivado para isso. Por isso, nada melhor do que
um blog especial como o nosso...
Quando
estava grávida o meu filho Rodrigo, comprei um livro: “Bagagem pra
mães de primeira viagem”, e é claro que o livro não serviu pra
nada. Tinha assuntos como: tipos de piso para o quarto do bebê, como
se hidratar na gravidez, roupa de cama para o carrinho do bebê,
trava para o vaso sanitário e para gavetas, banheira inflável para
viagem, chaleira de “ágata” para ferver água, expecting Kit,
etc, etc, etc,......
Bom....
acho que vocês já estão imaginando, né? Ninguém vai trocar o
piso do quarto, porque o gasto já é enorme quando chega um bebê,
ninguém vai colocar trava no vaso sanitário ou em gavetas, porque
ninguém vai ter tempo para ficar colocando e tirando uma trava com
um montão de serviço que uma criança dá nos primeiros anos de
vida. No máximo, depois de ler o livro todo, consegui comprar um
hidratante e tentei ficar um pouco mais bonita durante a gravidez (
uma vez que ao nascer um bebê, quase não se tem tempo nem para
escovar os dentes...).
Então,
hoje, descobri uma coisa importante ( com todo o respeito as autoras
do livro ), levamos um monte de coisas desnecessárias dentro de nós
mesmas. São medos, orgulhos feridos, mágoas, revoltas, sentimentos
de inferioridade.... Sabe, uma “bagagem de primeira viagem ” tão
desnecessária como aquele livro que eu comprei.
Quantas
“bagagens supérfluas” levamos pela nossa vida afora enquanto o
que é realmente essencial fica em segundo plano. E como diria o
clássico Saint Exupéry em “O pequeno príncipe”: o que é
essencial, as vezes é invisível aos olhos, mas real e palpável ao
coração.
O
importante é sabermos “onde queremos chegar”, e caminhar da
melhor maneira “possível ” ( e isso minhas amigas do blog, são
“ experts”)
Afinal,
um dia meu pequeno vai crescer e eu vou ter que estar pronta para
entender isso e amá-lo ainda mais. Porque ele vai querer ter a vida
dele, e se eu continuar assim, vou continuar “sufocando” as
pessoas. Ou pior, “sufocando a mim mesma” com tanta “bagagem
inútil”. Por isso galera ( como diz a Bruna com seu jeito
“primaveril” ) vamos “jogar as bagagens duras do nosso coração
pra fora” .E vamos tentando reconstruir a cada dia um caminho mais
“leve” ou um pouquinho mais feliz....
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Satisfação com orgulho.
Esses dias eu estava lembrando de todo o perrengue emocional que passei ano passado por conta daquela história do Pedrão ter que refazer o ano escolar. Pois é, deixei todo mundo louco, atormentei uma galera inteira pedindo opiniões e conselhos, chorei, me acalmei e depois surtei. E agora que tudo está resolvido, nunca mais toquei no assunto. A gente é assim mesmo, isso é sinal de que tudo está funcionando bem. É triste e egoísta, mas nós, seres humanos, somos assim, só chamamos quando precisamos e depois esquecemos de agradecer.
Por isso hoje estou escrevendo para mudar pelo menos um pouco desse meu defeito. Quero compartilhar com todas vocês como tudo se ajeitou na vida do meu pequeno.
O começo do ano foi muito difícil. Apesar de ter um amigão na classe nova de bebês - como ele costumava chamar -, ele não se enturmava por definitivo e ficava olhando à distância os amigos do outro ano. Eu via que ele voltava muito desanimado da escola, e todos os dias pela manhã ele tentava uma negociação diferente para não ir para a escola. Até aí, normal, nada além do esperado.
Comecei a ficar um pouco preocupada quando ele chegou um dia e, enquanto falávamos de como tinha sido o seu dia, ele falou que ele não ligava de não ir para o primeiro ano. Eu disse que tudo tinha sua hora, que agora não era a hora certa de ele estar no primeiro ano, mas que logo chegaria o momento. Então ele respondeu:_Não, mamãe, eu nunca vou para o primeiro ano, eu nunca vou conseguir escrever e ler.
Foi então que conversei com meu marido e começamos um trabalho intenso de conversas infindáveis para deixar Pedrão mais tranquilo. Funcionou.
Para outros problemas que iam surgindo, o tempo foi se encarregando de fazer sua parte. Hoje em dia ele está animadíssimo, pois na classe ele é o mais rápido para algumas coisas, seu caderno fica caprichado - pois agora ele consegue ser caprichoso, no ano passado ele se esforçava mas não conseguia - e ele tem amigos que gostam dele tanto quanto os amigos do ano passado.
Mas, para mim, o melhor foi ver que tomei a decisão certa. Ver que meu pequeno, agora, está mais maduro e se sente mais seguro para fazer as atividades e tudo o que a professora pede. Ver que, enquanto brinca com seus novos amigos, eles ficam de igual para igual, que ele não destoa nas brincadeiras. Ver que ele está feliz, acima de tudo, e que mesmo tendo que passar por uma situação tão chata para ele, ele conseguiu enfrentar e passar por cima de suas próprias dificuldades.
Orgulho master do meu Pedrão.
E muito obrigada à todas que tiveram paciência e sofreram junto comigo. O que posso dizer é: TAMO JUNTO!!
Até mais.
Por isso hoje estou escrevendo para mudar pelo menos um pouco desse meu defeito. Quero compartilhar com todas vocês como tudo se ajeitou na vida do meu pequeno.
O começo do ano foi muito difícil. Apesar de ter um amigão na classe nova de bebês - como ele costumava chamar -, ele não se enturmava por definitivo e ficava olhando à distância os amigos do outro ano. Eu via que ele voltava muito desanimado da escola, e todos os dias pela manhã ele tentava uma negociação diferente para não ir para a escola. Até aí, normal, nada além do esperado.
Comecei a ficar um pouco preocupada quando ele chegou um dia e, enquanto falávamos de como tinha sido o seu dia, ele falou que ele não ligava de não ir para o primeiro ano. Eu disse que tudo tinha sua hora, que agora não era a hora certa de ele estar no primeiro ano, mas que logo chegaria o momento. Então ele respondeu:_Não, mamãe, eu nunca vou para o primeiro ano, eu nunca vou conseguir escrever e ler.
Foi então que conversei com meu marido e começamos um trabalho intenso de conversas infindáveis para deixar Pedrão mais tranquilo. Funcionou.
Para outros problemas que iam surgindo, o tempo foi se encarregando de fazer sua parte. Hoje em dia ele está animadíssimo, pois na classe ele é o mais rápido para algumas coisas, seu caderno fica caprichado - pois agora ele consegue ser caprichoso, no ano passado ele se esforçava mas não conseguia - e ele tem amigos que gostam dele tanto quanto os amigos do ano passado.
Mas, para mim, o melhor foi ver que tomei a decisão certa. Ver que meu pequeno, agora, está mais maduro e se sente mais seguro para fazer as atividades e tudo o que a professora pede. Ver que, enquanto brinca com seus novos amigos, eles ficam de igual para igual, que ele não destoa nas brincadeiras. Ver que ele está feliz, acima de tudo, e que mesmo tendo que passar por uma situação tão chata para ele, ele conseguiu enfrentar e passar por cima de suas próprias dificuldades.
Orgulho master do meu Pedrão.
E muito obrigada à todas que tiveram paciência e sofreram junto comigo. O que posso dizer é: TAMO JUNTO!!
Até mais.
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